Projetado nos anos 60 por Jozef Engelberg e Pedro Mahler, o edifício traz para dentro do apartamento proporções características dessa arquitetura. O living preserva o pé-direito alto, o piso de madeira e uma sequência de grandes janelões, criando ambientes amplos e naturalmente iluminados.
A suíte principal incorporou um dos dormitórios originais e hoje funciona em outra escala, com antessala, muitos armários e banheiro generoso. A configuração pode ser revertida para recuperar o terceiro quarto, permitindo que a área íntima acompanhe diferentes momentos da vida sem exigir uma transformação profunda.
A atualização renovou elétrica, hidráulica, cozinha, área de serviço e acabamentos, enquanto recuperou o taco de madeira e preservou o pé-direito sem rebaixamentos. O resultado mantém elementos que contam a história do apartamento, mas traz sua infraestrutura para uma rotina contemporânea.